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Investigadores vão estudar mutação genética ligada a cancro que teve origem em Portugal

Caracterizar a mutação fundadora portuguesa do gene BRCA2, associada ao desenvolvimento de vários tipos de cancro hereditário, é o objetivo de um estudo que vai envolver especialistas nacionais, entre médicos e investigadores.
A Associação Portuguesa de Investigação em Cancro (ASPIC), em colaboração com a Evita – Associação de Apoio a Portadores de Alterações nos Genes Relacionados com Cancro Hereditário, organizaram uma reunião BRCA Network para estudar uma mutação fundadora portuguesa no gene BRCA2 que aumenta o risco de cancro da mama e do ovário.

Para investigar esta mutação, a ASPIC lançpu o projeto “Estudo BRCA2-P: Caracterização nacional da mutação fundadora Portuguesa do gene BRCA2”. O projeto vai incluir todos os médicos e investigadores que têm participado na investigação, diagnóstico e avaliação clínica de doentes oncológicos com a mutação BRCA2 inserção Alu (BRCA2-P).

“A primeira tarefa do grupo promotor deste estudo será o levantamento do número de casos, caracterização fenotípica dos tumores e do seu comportamento clínico, nomeadamente o risco de recidiva após cirurgia e a resposta à terapêutica, com particular incidência na hormonoterapia nos casos de cancro da mama”, explicam as associações em comunicado.

Juntamente com esta tarefa de caracterização clínica, os investigadores e médicos promotores desta iniciativa acordaram em promover um estudo de haplótipo genético que permitirá datar melhor a ancestralidade desta mutação.

 

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